Por que a autenticação de dois fatores será obrigatória no Calima?
A segurança digital deixou de ser apenas uma preocupação técnica e passou a ser uma necessidade essencial para empresas e profissionais. Recentemente, uma reportagem da Forbes destacou o maior vazamento de dados da história, que expôs bilhões de senhas em todo o mundo. Situações como essa mostram que apenas login e senha já não são suficientes para garantir a proteção das informações.
No contexto contábil, essa preocupação é ainda maior. Sistemas como o Calima armazenam dados sensíveis de empresas, colaboradores e clientes — como informações fiscais, trabalhistas e financeiras. Por isso, medidas adicionais de segurança se tornaram indispensáveis.
Por que ela será obrigatória no Calima?
- Reduz drasticamente o risco de acessos não autorizados, mesmo que login e senha sejam comprometidos;
- É uma prática adotada mundialmente por plataformas que lidam com dados sensíveis;
- Protege não apenas a sua conta, mas também as informações da empresa e de todos os seus clientes.
Isso vai dificultar o dia a dia?
Não. O objetivo não é tornar a rotina mais complexa, mas sim mais segura.
Para minimizar impactos, o Calima implementou ajustes para que a verificação ocorra apenas uma vez por dia, no primeiro acesso ou quando o sistema identificar um comportamento fora do padrão. Além disso, será possível optar por métodos mais ágeis de geração de código, como o uso de aplicativo autenticador, que torna o processo rápido e prático.
Segurança é prevenção
A obrigatoriedade da autenticação em duas etapas é uma medida preventiva. Ela existe para evitar situações graves, como invasões, vazamentos ou perda de dados — problemas que podem gerar prejuízos financeiros, danos à reputação e impactos legais.
Mais do que uma exigência técnica, essa mudança representa um compromisso com a proteção das informações e com a segurança das empresas que utilizam o Calima.

Actualizado em: 04/03/2026
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